10-12-2014

A histerectomia

 
A histerectomia, ou ablação do útero, é um acto cirúrgico que permite notoriamente lutar contra os sintomas dos fibromiomas uterinos. A cada ano fazem-se em cerca de 11000 mulheres em Portugal. Consoante os casos, pode significar também a ablação das trompas, dos ovários e do colo do útero.
Após esta operação, a paciente já não terá o ciclo menstrual, já não será fértil, logo não poderá voltar a ter filhos.

Esta intervenção necessita de uma anestesia geral ou local e implica alguns dias de hospitalização (de 3 a 7 dias) seguida de um período de convalescença de 3 a 5 semanas, uma vez que a histerectomia é efectuada por via abdominal.

Existem duas formas de fazer uma histerectomia quando em presença de fibromiomas uterinos.
A mais  corrente é por via abdominal. A operação é realizada através de um corte no abdómen, entre a púbis e o umbigo.
A segunda é por via vaginal. Esta intervenção  por via inferior faz-se graças ás suturas mecânicas ou suturas manuais.

Existem vários tipos de histerectomia,  e definem-se em funçâo da extensão dos fibromiomas :

Histerectomia subtotal : retira-se apenas o útero.

Histerectomia total : retira-se o útero e o colo do útero na sua totalidade.

Histerectomia total com anexotomia bilateral : ablação dos ovários e das trompas. Geralmente este tipo só se pratica após a menopausa ou em caso de doença nos ovários.

 


A histerectomia : em que casos ?


A histerectomia é um acto cirúrgico recomendado pelos médicos nos casos de fibromiomas volumosos e que possam afectar os orgãos vizinhos, ou que provoquem muitas dores ou problemas graves como por exemplo as hemorragias

A histerectomia está indicada quando não existe outra terapêutica alternativa.

 

As informações fornecidas em www.fibromioma-uterino.pt destinam-se a melhorar, não a substituir, a relação directa entre o paciente (ou visitante do site) e os profissionais de saúde.